EUA criticam parecer da ONU sobre ocupação israelense

EUA criticam parecer da ONU sobre ocupação israelense

Os EUA criticaram “a amplitude” da opinião do principal tribunal da ONU de que a ocupação israelense dos territórios palestinos é ilegal, com Washington dizendo que isso complicaria os esforços para resolver o conflito. “Temos deixado claro que o programa de apoio do governo de Israel aos assentamentos é inconsistente com a lei internacional e obstrui a causa da paz”, disse um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA no sábado em um e-mail. “No entanto, estamos preocupados com o fato de que a amplitude da opinião do tribunal complicará os esforços para resolver o conflito”, acrescentou o Departamento de

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Corte diz que ocupação de territórios palestinos por Israel é ilegal

Corte diz que ocupação de territórios palestinos por Israel é ilegal

A mais alta corte da Organização das Nações Unidas (ONU) disse, nessa sexta-feira (19) – que a ocupação dos territórios palestinos por Israel e também os assentamentos judaicos nessas terras são ilegais, e que o país deve deixar as regiões o mais rápido possível, naquela que foi a decisão mais incisiva do tribunal desde o início do conflito entre israelenses e palestinos. A opinião dos juízes da Corte Internacional de Justiça (CIJ) – conhecida como Corte Mundial – não é vinculante, mas tem peso na lei internacional e pode enfraquecer o apoio a Israel. “Os assentamentos israelenses na Cisjordânia e

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Israel convocará judeus ultraortodoxos para as Forças Armadas

Israel convocará judeus ultraortodoxos para as Forças Armadas

As Forças Armadas israelitas anunciaram hoje (16) que vão começar enviar a partir da próxima semana convocação aos homens judeus ultraortodoxos, decisão que pode desestabilizar o Governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e estimular novos protestos na comunidade. O anúncio segue-se a uma decisão inédita do Supremo Tribunal sobre o início do cumprimento do serviço militar para jovens religiosos do gênero masculino. Devido a acordos políticos prévios, os homens ultraortodoxos têm permanecido isentos do serviço militar, que é obrigatório para a maioria dos homens judeus. Esta medida de exceção causou ressentimentos na generalidade da população israelita, em particular após nove meses

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